domingo, 21 de setembro de 2008



VOLTA DAS PONTES


Hoje o dia apresentava-se com bastantes nuvens, mas estava quente, um bom dia para andar de bicicleta. Saímos do local habitual, 8 elementos, dois dos quais foram para o monte pela primeira vez (um com bastante experiência na estrada outro sem experiência nenhuma).
Saímos por volta das 9.05h em direcção ao alto da Serra de Valongo.
Descemos para a Quinta da Lousa, onde voltamos a subir até a entrada da Portucel.
Cortamos por uma trialeira à direita e percorremos todo o caminho de lousa até à grande descida. A Paisagem é magnifica.
A satisfação de chegar sem cair foi evidente.
Depois foi percorrer um caminho sinuoso, perto de um ribeiro, no vale da serra.
Até aparecer a próxima subida, que foi feita com algum sacrifício por parte de alguns elementos.
Finalmente chegou a pausa para o pequeno almoço.
Repostas as energias, foi descer de forma alucinante, até a entrada das pontes.
O trajecto das pontes é um pouco técnico, feito sem grande velocidade, mas bastante bonito e divertido.
Saímos do monte na estrada de Sobrado, perto da antiga CIFA, depois devido ao cansaço de alguns elementos, resolvemos percorrer a estrada de asfalto até ao ponto de partida, onde chegamos perto das 12.00h, com apenas 26Km percorridos, mas com a esperança de termos ganho, novos amantes do Btt.

domingo, 14 de setembro de 2008

Inicio da nova época ( 08/09) de BTT dos TOSTAS MISTAS 08




Como previamente anunciado, os TOSTAS MISTAS 08 iniciaram a nova época de BTT este Domingo (14/09/08).
Devido ao prolongado tempo de inactividade física, de alguns elementos, assim como uma previsão de tempo quente, resolvemos efectuar um percurso pequeno e descontraído, mas muito bonito.

Saímos do ponto de encontro somente 4 elementos, por volta das 09.15 em direcção ao Alto da Serra de Valongo. Um pouco antes de chegar ao antigo Romanos, viramos á direita num largo estradão de terra batida.




Vamos sair perto do desvio para Sta. Justa, na estrada que liga Valongo a São Pedro da Cova. Subimos um pouco essa estrada....




....até chegarmos aos portões do SANATÓRIO onde começa São Pedro da Cova.




Descemos um pouco essa mesma estrada e viramos á esquerda por uma caminho estreito e sinuoso de terra batida com bastante laje, até chegarmos a um grande largo....




...Com uma bonita vista sobre o vale da serra de Sta. Justa.




Depois é só soltar adrenalina numa longa rápida e sinuosa descida até ao "lago", onde aproveitamos para meter uma "bucha".




De costas para o lago, entramos numa trialeira á direita, que nos vai levar até a um pequeno ribeiro.....




...vamos continuar na sua margem esquerda até "RED RIVER"




depois de uma ligeira subida, vamos chegar a Beloi (fim da estrada de Couce) , onde podemos apreciar a beleza do vale e do rio Ferreira.




A viagem continuou na margem do Rio Ferreira até a Aldeia de Couce.







Na Aldeia de Couce reabastecemos de água e apreciamos uma natureza viva.


Retemperadas as forças, saímos da Aldeia em direcção a Valongo, mas poucos metros mais a frente, viramos a esquerda, para subir um estradão, um pouco inclinado e com bastantes pedras soltas, que vai ter ao caminho do gasoduto.


A manhã ia quente, a subida foi dura, chegamos ao cimo e voltamos a parar para descansar e desfrutar a paisagem.





Subimos o gasoduto (Quinta Rei ).....




....Chegamos ao desvio para Sta. Justa.



Atravessamos pelo monte até ao SANATÓRIO, onde podemos apreciar uma magnifica vista sobre a cidade do Porto.




É uma zona abandonada onde outrora funcionou um hospital para tuberculosos; ainda existem as ruínas desse hospital e de algumas infra-estruturas que lhe serviram de apoio.
Finalmente uma descida Louca até a Srª dos Chãos.





Capela de Nossa Senhora de Chãos, edificada num pequeno planalto da serra de Valongo, data de 1625.
Como se poderá observar na inscrição escrita sobre a porta principal, esta capela foi mandada construir por Thomé António: “ Esta hermida mandada herigir em honra da Virgem, com o auxilio de devotos por Thomé António, natural de Campanhã por haver escapado do naufrágio acontecido na sua vinda do Brazil no anno de 1625. Foi reedificada a expensas de Joaquim Marques da Nova, natural desta villa no anno de 1866.”

Depois foi só descer até casa, com a sensação que passamos uma agradável manhã de domingo.


terça-feira, 2 de setembro de 2008

SHOW DE BICICLETA


A bicicleta ideal


Aprender a escolher o quadro certo.
O perfeito ajuste do ciclista à bicicleta é fundamental para o bom desempenho do conjunto homem/bicicleta, ambos devem estar perfeitamente adaptados. A principal medida a ser escolhida é a do tamanho do quadro.
Assim como é desaconselhável correr uma maratona com um tênis dois números menores ou maiores, da mesma forma o ciclista deve escolher o tamanho do quadro de sua bike com perfeição.
O que determina o tamanho do quadro ideal para um ciclista é a altura de seu cavalo. A estatura de um ciclista não é o determinante na escolha do quadro, visto que o comprimento das pernas varia de um ciclista para outro.E como sabemos o tamanho de um quadro? Alguns quadro vêem com o seu tamanho marcado em um adesivo fixado no tubo vertical, mas caso não haja marcação, é fácil descobrir: nas speed basta medir com uma fita métrica o tamanho do tubo vertical desde o centro do eixo do movimento central até o centro da intersecção do tubo vertical com o horizontal. É o que se chama de medida C/C (centro ao centro). Nas mtb, o procedimento é o mesmo com a diferença que medimos desde o centro do eixo do movimento central até o topo externo do tubo horizontal.

Bikes Speed

Existem várias fórmulas e métodos para se determinar o tamanho do quadro de uma bike de estrada. Entretanto, a mais aceita na atualidade é a fórmula desenvolvida pelo engenheiro suíço Wilfried Hüggi, que consiste no tamanho do cavalo x 0,65 cm.
Para encontrar o tamanho de seu cavalo: Fique descalço, com as pernas ligeiramente afastadas, e vista sua bermuda de ciclista. Encoste-se em uma parede, faça uma marca com um lápis da altura do seu cavalo na parede e meça a altura com uma fita métrica.
O valor encontrado será o tamanho aproximado do quadro ideal para o ciclista. Ex.: Um ciclista que tem o cavalo na altura de 83 cm, deverá se adaptar melhor ao quadro de tamanho 54, já que 83 X 0,65 = ~54.

É difícil de se encontrar quadros com numeração ímpar, o jeito é adquirir um tamanho de quadro aproximado. Arredonde esse valor para menor para uma bike mais ágil e esperta, arredonde-o para maior e você terá uma bike mais confortável e estável, boa para os cicloturistas.
Tente primeiro um quadro menor, se após fixar a altura do selim, o canote ficar muito exposto, é melhor então adquirir o quadro imediatamente maior. Dicas: Se estiver em dúvida quanto ao tamanho, rode na bike de algum amigo que tenha o quadro do tamanho que você pretende adquirir. Quadros menores são mais ágeis e leves. Quadros maiores são mais estáveis e confortáveis em pavimentos imperfeitos. Normalmente cita-se primeiro a medida do tubo vertical e depois a do tubo horizontal, exemplo, 54 x 55 cm. Quando vemos apenas uma medida descrita, entende-se como sendo os dois tubos do mesmo tamanho (nesse caso, chamado de quadro quadrado).
Para medir o tamanho de um quadro sloping - aqueles com o tubo horizontal inclinado para trás - despreze a sua inclinação. Tire a medida com a fita métrica paralela ao chão.
A altura é o mais importante no quadro. O comprimento pode ser ajustado trocando-se a mesa. O mercado oferece opções de mesa que vão dos 7 aos 14 cm, com incrementos de 0,5 em 0,5 cm. Atenção: Canotes de selim e mesas têm marcações que indicam o limite de regulagem. Não ultrapasse os limites! Se na sua bike esses limites ficarem expostos é sinal evidente que a bike está pequena para você.

Mountain bikes

A regra acima não se aplica às mountain bikes. O tamanho do quadro é geralmente em polegadas (já que a modalidade nasceu nos EUA) e além disso, os quadros de mountain bikes devem ser menores que os de speed para terem mais agilidade nas trilhas.
O que fazer então? Existe uma regrinha que foi publicada pela revista norte-americana Mountain Bike Action, em janeiro de 1992 que ensina o seguinte: Encontro a altura do seu cavalo, transforme em polegadas e então subtraia 14. Pronto! O resultado é o tamanho do quadro para mountain bike. Exemplo: 83cm : 2,54 = 32,67 polegadas. Subtraindo 14 de 32,67 temos o valor 18,67 polegadas. O quadro a ser escolhido, seria então um de 18.5.

Nova numeração

Já está disponível no mercado bicicletas que têm a numeração S, M, L, XL (como em camisetas) em vez da numeração em polegadas ou centímetros. A primeira speed a adotar este sistema foi a marca norte-americana Giant, depois outras adotaram o método, entre elas as mountain bikes da ScottUSA. A tendência é que cada vez mais os quadros se tornem menores e o canote de selim e a mesa se torne mais comprida, diminuindo assim o tamanho do quadro e conseqüentemente o peso do conjunto. Foi também a Giant que introduziu no ciclismo de estrada o conceito de quadros com geometria "sloping", ou seja, tubo horizontal é inclinado para trás para tornar o quadro mais compacto.
A maioria das bicicletas são produzidas no tamanho intermediário (17 ou 18) para satisfazer à maioria da estatura de nossa população. Certifique-se do tamanho que você necessita para não comprar um quadro que não é adequado a você. Previna-se também contra maus vendedores que se preocupam em empurrar peças que ele tem em estoque.
Lembre-se: o quadro é o componente principal de uma bike e na maioria das vezes, o mais caro também. Escolha bem para não ter que trocar depois! Última dica: Se você procura uma boa bicicleta, que se adapte bem ao seu corpo, evite comprá-la em supermercados. Supermercados são excelentes para vender arroz, feijão, ervilha, salsicha e outros mantimentos. Bicicletas devem ser adquiridas em casas especializadas e que tenham um pessoal treinado para atender bem e esclarecer as dúvidas dos clientes.