terça-feira, 2 de setembro de 2008

SHOW DE BICICLETA


A bicicleta ideal


Aprender a escolher o quadro certo.
O perfeito ajuste do ciclista à bicicleta é fundamental para o bom desempenho do conjunto homem/bicicleta, ambos devem estar perfeitamente adaptados. A principal medida a ser escolhida é a do tamanho do quadro.
Assim como é desaconselhável correr uma maratona com um tênis dois números menores ou maiores, da mesma forma o ciclista deve escolher o tamanho do quadro de sua bike com perfeição.
O que determina o tamanho do quadro ideal para um ciclista é a altura de seu cavalo. A estatura de um ciclista não é o determinante na escolha do quadro, visto que o comprimento das pernas varia de um ciclista para outro.E como sabemos o tamanho de um quadro? Alguns quadro vêem com o seu tamanho marcado em um adesivo fixado no tubo vertical, mas caso não haja marcação, é fácil descobrir: nas speed basta medir com uma fita métrica o tamanho do tubo vertical desde o centro do eixo do movimento central até o centro da intersecção do tubo vertical com o horizontal. É o que se chama de medida C/C (centro ao centro). Nas mtb, o procedimento é o mesmo com a diferença que medimos desde o centro do eixo do movimento central até o topo externo do tubo horizontal.

Bikes Speed

Existem várias fórmulas e métodos para se determinar o tamanho do quadro de uma bike de estrada. Entretanto, a mais aceita na atualidade é a fórmula desenvolvida pelo engenheiro suíço Wilfried Hüggi, que consiste no tamanho do cavalo x 0,65 cm.
Para encontrar o tamanho de seu cavalo: Fique descalço, com as pernas ligeiramente afastadas, e vista sua bermuda de ciclista. Encoste-se em uma parede, faça uma marca com um lápis da altura do seu cavalo na parede e meça a altura com uma fita métrica.
O valor encontrado será o tamanho aproximado do quadro ideal para o ciclista. Ex.: Um ciclista que tem o cavalo na altura de 83 cm, deverá se adaptar melhor ao quadro de tamanho 54, já que 83 X 0,65 = ~54.

É difícil de se encontrar quadros com numeração ímpar, o jeito é adquirir um tamanho de quadro aproximado. Arredonde esse valor para menor para uma bike mais ágil e esperta, arredonde-o para maior e você terá uma bike mais confortável e estável, boa para os cicloturistas.
Tente primeiro um quadro menor, se após fixar a altura do selim, o canote ficar muito exposto, é melhor então adquirir o quadro imediatamente maior. Dicas: Se estiver em dúvida quanto ao tamanho, rode na bike de algum amigo que tenha o quadro do tamanho que você pretende adquirir. Quadros menores são mais ágeis e leves. Quadros maiores são mais estáveis e confortáveis em pavimentos imperfeitos. Normalmente cita-se primeiro a medida do tubo vertical e depois a do tubo horizontal, exemplo, 54 x 55 cm. Quando vemos apenas uma medida descrita, entende-se como sendo os dois tubos do mesmo tamanho (nesse caso, chamado de quadro quadrado).
Para medir o tamanho de um quadro sloping - aqueles com o tubo horizontal inclinado para trás - despreze a sua inclinação. Tire a medida com a fita métrica paralela ao chão.
A altura é o mais importante no quadro. O comprimento pode ser ajustado trocando-se a mesa. O mercado oferece opções de mesa que vão dos 7 aos 14 cm, com incrementos de 0,5 em 0,5 cm. Atenção: Canotes de selim e mesas têm marcações que indicam o limite de regulagem. Não ultrapasse os limites! Se na sua bike esses limites ficarem expostos é sinal evidente que a bike está pequena para você.

Mountain bikes

A regra acima não se aplica às mountain bikes. O tamanho do quadro é geralmente em polegadas (já que a modalidade nasceu nos EUA) e além disso, os quadros de mountain bikes devem ser menores que os de speed para terem mais agilidade nas trilhas.
O que fazer então? Existe uma regrinha que foi publicada pela revista norte-americana Mountain Bike Action, em janeiro de 1992 que ensina o seguinte: Encontro a altura do seu cavalo, transforme em polegadas e então subtraia 14. Pronto! O resultado é o tamanho do quadro para mountain bike. Exemplo: 83cm : 2,54 = 32,67 polegadas. Subtraindo 14 de 32,67 temos o valor 18,67 polegadas. O quadro a ser escolhido, seria então um de 18.5.

Nova numeração

Já está disponível no mercado bicicletas que têm a numeração S, M, L, XL (como em camisetas) em vez da numeração em polegadas ou centímetros. A primeira speed a adotar este sistema foi a marca norte-americana Giant, depois outras adotaram o método, entre elas as mountain bikes da ScottUSA. A tendência é que cada vez mais os quadros se tornem menores e o canote de selim e a mesa se torne mais comprida, diminuindo assim o tamanho do quadro e conseqüentemente o peso do conjunto. Foi também a Giant que introduziu no ciclismo de estrada o conceito de quadros com geometria "sloping", ou seja, tubo horizontal é inclinado para trás para tornar o quadro mais compacto.
A maioria das bicicletas são produzidas no tamanho intermediário (17 ou 18) para satisfazer à maioria da estatura de nossa população. Certifique-se do tamanho que você necessita para não comprar um quadro que não é adequado a você. Previna-se também contra maus vendedores que se preocupam em empurrar peças que ele tem em estoque.
Lembre-se: o quadro é o componente principal de uma bike e na maioria das vezes, o mais caro também. Escolha bem para não ter que trocar depois! Última dica: Se você procura uma boa bicicleta, que se adapte bem ao seu corpo, evite comprá-la em supermercados. Supermercados são excelentes para vender arroz, feijão, ervilha, salsicha e outros mantimentos. Bicicletas devem ser adquiridas em casas especializadas e que tenham um pessoal treinado para atender bem e esclarecer as dúvidas dos clientes.

quinta-feira, 21 de agosto de 2008

O ciclista, uma máquina muito particular
Treino e características fisiológicas únicas


Duas correntes antagónicas medem forças dentro do ciclismo: uma, mais romântica, defende que um ciclista só atingirá o topo se nascer com determinadas características genéticas; outra, mais pragmática, insiste que o treino e a força anímica são os principais factores que regem a carreira de um atleta. Mas há pontos em que ambas as correntes convergem e um deles é a importância da recuperação entre etapas.
Há três características fisiológicas importantes para um ciclista: a capacidade de consumo máximo de oxigénio em momentos de grande esforço, o VO2max (um bom ciclista consome 70 mililitros de oxigénio/peso/minuto), a potência em watts que é capaz de gerar (400 watts pelos menos) e a eficácia no pedalar, ou seja, gastar a menor quantidade possível de energia. As características genéticas herdadas podem privilegiar determinados ciclistas, mas há exemplos que mostram a importância do treino.Laurent Jalabert começou por ser um “sprinter”, tipo de ciclista cujas fibras musculares permitem grandes velocidades, mas que não resistem à fadiga muscular, ou seja, ao esforço contínuo e prolongado, algo que os trepadores e os contra-relogistas abordam com menores dificuldades. Mas, com muito trabalho, Jalabert surpreendeu, ao ganhar a Volta à Espanha e ao sagrar-se campeão do mundo em contra-relógio em 1996. Os títulos de rei da montanha ganhos no “Tour” dos dois últimos anos nem sequer constituíram surpresa. Se fossem apenas as potencialidades genéticas a condicionar a carreira, Lance Armstrong nunca teria passado de um ciclista especializado em clássicas e rápido no último quarto das etapas, ele que este ano venceu o “Tour” pela quarta vez consecutiva.Chris Carmichael, treinador de Armstrong, vai mais longe, ao apontar a prática corrente de técnicas básicas como factor muito importante na preparação para as provas. Num artigo publicado pelo sítio do Clube do Ciclista (Brasil), Carmichael apresenta um programa mensal de treino de Armstrong, depois de ter gasto várias semanas a construir o seu sistema aeróbico. "Mesmo que se melhore a potência, se a técnica for imperfeita, gastam-se energias e perdem-se qualidades. Treinar a execução de um movimento ineficiente em alta intensidade serve apenas para ampliar a sua ineficiência. Atletas de todos os níveis de experiência precisam de dedicar tempo a trabalhar em habilidades e técnicas básicas e fundamentais. Mesmo o melhor e mais experiente profissional necessita de praticar constantemente habilidades fundamentais porque mesmo o sucesso em divisões de elite baseia-se no domínio das mais básicas técnicas de cada desporto".O treinador afirma ainda que Armstrong gasta imenso tempo a subir colinas a grandes potências, desenvolvendo a sua resistência, mas que o apuramento da técnica é realizado a intensidades mais baixas.Para o sucesso durante as provas, os momentos de descanso são igualmente importantes. Para além da habitual massagem (primordial para recuperar das microlesões musculares contraídas durante uma etapa e para estimular a remoção de toxinas), cada ciclista segue uma dieta rigorosa para repor líquidos e energias, com o consumo de bebidas energéticas (pelo menos meio litro por cada quilo de peso perdido) e a ingestão de alimentos ricos em hidratos de carbono, como o pão integral, os cereais, as massas e o leite. Depois de uma visita ao médico da equipa, seguem-se nove horas de sono. Um processo que permite aos ciclistas acordar na manhã seguinte com forças suficientes para enfrentar mais um desafio. Na manhã seguinte e não alguns dias depois, como acontece no futebol, no basquetebol, no andebol e na generalidade dos desportos.

Finalmente… Cândido Barbosa. O “foguete da Rebordosa” triunfou na sexta etapa da 70ª Volta a Portugal edp. Esta poderá ter sido a centésima vitória do corredor do Benfica que foi o mais rápido nos 170,6 km da ligação entre Aveiro e Gondomar. Na classificação geral mantém-se tudo na mesma, os primeiros chegaram no pelotão e Rui Sousa (Liberty) continua de amarelo mais um dia. Francisco Pacheco (Barbot) reforçou a camisola branca dos pontos por ter feito mais um segundo lugar, o terceiro nesta Volta, após dois triunfos consecutivos.
Esta etapa pode ser resumida, para além do sprint que deu a vitória a Cândido Barbosa (Benfica), à fuga de sete homens que durante 120 quilómetros pedalaram isolados. O grupo foi constituído por Bruno Barbosa (Fercase), Célio Sousa (Madeinox), Alexandre Oliveira (Loulé), Vitaliy Buts (Lampre), Israel Perez (Extremadura), Gonzalo Rabunal (Karpin) e Oleg Chuzhda (Contentpolis) e chegou a alcançar os cinco minutos e meio de vantagem.
Liberty e Barbot controlaram sempre o pelotão que anulou a fuga a cinco quilómetros da chegada. Nessa altura a equipa do Benfica comandou o pelotão e preparou o sprint para Cândido Barbosa. Na chegada a Gondomar, o corredor de Rebordosa, terceiro classificado o ano passado, foi o mais forte. “Existe uma união na nossa equipa que tem se notado todos os dias. Eu e os meus companheiros temos lutado sempre pelos melhores resultados e tenho a agradecer o que têm feito para eu ficar o melhor colocado possível para discutir os sprints. O Pedro Lopes é o homem que fica sempre na parte final, por ser o meu lançador já de há alguns anos, e hoje fez um excelente trabalho que eu consegui finalizar da melhor maneira”, explicou Cândido Barbosa muito aplaudido antes, durante e depois das declarações aos jornalistas

http://www.volta-portugal.com/

domingo, 17 de agosto de 2008


RUI SOUSA FANTÁSTICO


Rui Sousa, da Liberty Seguros é o novo camisola amarela… e bem o merece. O português esteve fenomenal, na subida à Serra da Estrela, subindo sozinho os longos quilómetros da terceira etapa da Volta a Portugal, que ligou Idanha-a-Nova à Guarda, num total de 171,5 Km. Para a segunda posição, David Blanco aproveitou para também subir na classificação geral, pois este cortou a meta, surpreendentemente, na segunda posição, com 1m40segundos de atraso.Já Hector Guerra , da mesma equipa que o vencedor da tirada, foi o terceiro classificado, com 2m45 segundos de atraso em relação ao novo líder da prova. As condições climatéricas não foram as melhores, mas essa não é uma justificação plausível para o Benfica, que conseguiu colocar apenas o antigo líder, Ruben Plaza, na sexta posição da etapa, a 4m41 segundos do vencedor, e actualmente quinto classificado da geral. Assim, há muitas mexidas na classificação geral, e para hoje, na quarta etapa, não se antevêem grandes mudanças, pois é uma etapa plana, com uma meta de montanha, que liga a Guarda a Viseu, totalizando 164,6 quilómetros.


Foi uma pena afastarem a LA–MSS e o seu director desportivo Manuel Zeferino que muitas alegrias já deu a Portugal com a equipa da Maia que proporcionou sempre grande espectáculo nas competições em que entrava. Se queriam assim tanto dar a vitória ao Cândido ou um bom prémio de despedida ao José Azevedo podia haver outras formas de o fazer. Tirar a competitividade da prova rainha do ciclismo Nacional por haver suspeitas de "doping", ( não há controlos positivos a ciclistas) não é a melhor forma de evoluir a modalidade.

No passado ano quando 2 ciclistas de OUTRA EQUIPA acusaram doping o que aconteceu? Quem ficou suspenso a equipa ou os ciclistas? Pois foram os ciclistas e a Outra Equipa participou na Volta! O caso da LA-MSS é mais flagrante então não há controlos positivos a ciclistas apenas suspeitas e suspende-se a equipa!?

Estão a condenar sem terem provas quando em outras modalidades conhecemos as provas mas não conhecemos as condenações...




segunda-feira, 28 de julho de 2008

Há quem tenha muito prazer em andar de bicicleta.

Outros, nem por isso.

muito menos a 172km/h

segunda-feira, 14 de julho de 2008




3º GRANDE PASSEIO DOS TOSTAS MISTAS





FIGUEIRA DA FOZ



A Figueira da Foz é uma cidade portuguesa no Distrito de Coimbra, região Centro e subregião do Baixo Mondego, situada na foz do rio Mondego com o Oceano Atlântico. É a segunda maior cidade do distrito, com cerca de 27.742 habitantes.
Conhecida por ser considerada "Rainha da Costa de Prata" por suas praias extensas. Recentemente o Cabo Mondego, um promontório na Serra da Boa Viagem nos arredores da Figueira da Foz, foi declarado Monumento Nacional.


Fotos retiradas do http://olhares.aeiou.pt/


Chegamos a Figueira da Foz, cerca das 08.00h e estacionamos em frente ao Hotel Mercure, onde descarregamos as bicicletas e preparamos o equipamento.
O dia começava a adivinhar-se quente, o pessoal começava a chegar para a praia.




As vistas da praia, em frente ao Hotel Mercure.




Quando estava tudo pronto fomos tomar o pequeno almoço a Petisqueira Bar RESTINGA.
O mata-bicho incluía café, sumos, natinhas e tostas mistas como não podia deixar de ser.




Depois da barriga satisfeita, fomos nos encontrar conforme combinado, com cinco elementos do Grupo BTT-FOZ, que foram os nossos sicerones nas trialeiras da Figueira.
Decorridas as apresentações da praxe, elaboraram um percurso, de acordo com aquilo, que nos (tostas mistas) tínhamos mais ou menos em perspectiva.
Concluídas as "negociações", rodas na estrada, rabo no selim e pés nos pedais, iniciamos 15 elementos a volta cénica( nome que o grupo BTT-FOZ atribui ao percurso) da Figueira da Foz.



O primeiro ponto de passagem foram as ABADIAS ( local indicado pra quem quer passear, namorar, se distrair e.. até dormir aquela soneca no fim do almoço. Grande zona verde bem no centro da cidade. A não perder.)


Começamos a deixar o centro da cidade para trás, e entramos numa pequena descida para abrir
o apetite.




Uma subida até ao Miradouro da Salmanha na freguesia de Vila Verde. A paisagem era espectacular, neste ponto ficamos com a noção de a volta que para os nossos amigos era um passeio, para nos iria ser uma etapa um pouco dura.




Deste miradouro também podemos apreciar as salinas.


Salinas da Figueira da Foz As Salinas da Figueira da Foz situam-se no estuário do rio Mondego, repartindo-se pelo braço sul do rio e pela Ilha da Morraceira. A tipologia das salinas da Figueira corresponde a pequenas unidades com uma grande quantidade de compartimentos, ligados por uma intrincada rede de canais. Durante muito tempo estas Salinas foram uma das principais actividades económicas da Figueira, hoje seu legado histórico e cultural. Um aspecto característico do salgado da Figueira da Foz é a existência dos típicos armazéns do sal, construções em madeira, assentes numa plataforma, com capacidade para armazenar entre 150 a 200 toneladas de sal, servindo igualmente de abrigo aos salineiros (marnoteiros ou marnotos). Hoje alguns encontram-se em ruínas.Para salvaguardar este importante património foi criado nas Salinas da Figueira da Foz um museu, um percurso pedestre de três quilómetros e um passeio turístico de barco. Estas três opções permitem aprofundar conhecimentos sobre esta prática tão antiga, que caracterizou a paisagem da Figueira por muitos anos, e que hoje se quer conservada. Horário do Museu1 de Junho a 30 de Setembro (Horário de Verão)Quarta-feira a Domingo e Feriados : 10h 30 às 12h 30 // 14h 30 às 18h 45m Encerrado às Segundas e Terças feiras.1 de Outubro a 31 de Maio (Horário de Inverno)Quarta-feira, Sábado, Domingo e Feriados : 10h 00 às 12h 30 // 14h 00 às 16h 00Encerrado às Segundas, Terças, Quintas e Sextas feiras.

fotos retiradas do http://olhares.aeiou.pt/

Logo abaixo do miradouro, uma pedreira onde extraíram as pedras para a barra do Mondego.



Depois entramos no monte até encontrarmos a 1ª linha férrea da manhã (durante a volta Passamos 7 ou 8 vezes pelas linhas férreas)




O 1º e único furo.



Uma subida em terra e areia até encontrarmos outra linha férrea.





Depois de contornada a linha férrea mais uma subida até um pequeno largo com 2 ou 3 barracos de madeira.



Outra entrada no monte.



Uma dura com areia e pedras soltas.







Uma grande subida vem acompanhada de uma grande descida.




Escusado será dizer que, depois de descer, é preciso subir.




Já no topo da subida.



Descemos até uma localidade, onde paramos para reabastecer de agua, pois os radiadores já estavam a ferver e os ponteiros quase no vermelho.






Depois de abastecidos, paramos para a bucha num "parque de merendas", com uma vista espetacular sobre o mondego e os campos de arroz.




Toca a andar até Maiorca.







A freguesia de Maiorca, Figueira da Foz, vai receber o 34º FestiMaiorca-Festival Internacional de Folclore, de 18 a 24 de Julho. A edição deste ano conta com a participação de onze ranchos num total de 400 participantes.
É considerado um dos mais importantes certames do género na Região Centro, ocupando também lugar de destaque no calendário dos festivais internacionais que se realizam pelo país.
Este ano o cartaz do FestiMaiorca, cuja primeira realização remonta a 1975, conta com a presença de sete grupos nacionais e de quatro internacionais, oriundos da República Checa, Ucrânia, Eslováquia e Espanha.
"Temos todos os condimentos para ser um grande festival, para ser uma bonita festa cultural e popular", afirmou, ao JN, Amadeu Carvalho, presidente da Casa do Povo de Maiorca, entidade organizadora do certame.
Como habitualmente, o Terreiro do Paço, em Maiorca, vestirá a rigor para no próximo dia 19, pelas 22 horas, receber a gala de abertura do Festimaiorca'2008. Mas a animação começará muito antes.
"Os grupos estrangeiros chegarão na sexta-feira, 18, e logo nessa noite há a Festa da Amizade. Depois, no sábado, dia do festival, realizaremos a recepção dos grupos portugueses na Esplanada Silva Guimarães, na Figueira da Foz, seguindo-se o habitual desfile de trajes pelas ruas da cidade", revelou Amadeu Carvalho.
Para além do festival propriamente dito, haverá ainda diversas actuações pela freguesia, uma missa internacional na Igreja Matriz de Maiorca e uma sessão de despedida dos grupos estrangeiros. "Serão dias e momentos únicos de convívio multicultural", rematou o dirigente associativo.
Os grupos estrangeiros participantes são a Compania Flamenca Carmem Guerrero de Cadiz (Espanha), Folk Dance Group Zhaivir (Ucrânia), Folklore Group Ayfas (República Checa) e Folclore Stavbár Ensemble (Eslováquia).





Á saida de Maiorca, fomos reabastecer num bonito parque de merendas, que tinha um lavadouro publico, onde existiam 4 bicas que jorravam agua fresca e cristalina.





Um Acidente, sem graves consequencias.





Ultima passagem sobre a via férrea.







Na rota do Megalitismo, em direcção ao alto da Brenha.




Do Alto da Brenha até Buarcos, foi um ver se te avias, onde chegamos perto das 13.00h para tomar um merecido banho, nos balnearios municipais.








Quero desde já deixar aqui registado em nome de todo o grupo (Tostas Mistas) um agradecimento especial aos 5 elementos do grupo BTT-FOZ(....) pelo carinho, simpatia, preocupação e amizade com que nos receberam na linda cidade que é a Figueira da Foz, na esperança de um dia podermos repetir ou retribuir este convivio.

Depois do banho tomado, á que fazer aquilo que eu penso que fazemos melhor ou com mais ritmo( Comer e Beber).
Fomos outra vez á Petisqueira Bar RESTINGA, propriedade deste simpatico casal para repor os liquidos e os solidos.
Começamos com polvo estufado, pão e manteiga.
Passamos para o leitão assado, cabidela de leitão, cochas de frango assadas com molho de alho.
Tudo regado com Aliança Tinto Bruto, cerveja ou Maduro Tinto, dependendo dos gostos.
No fim, Tarte gelada caseira, café e digestivos
O serviço foi rapido, a comida estava quente saborosa e em quantidade suficiente, as bebidas estavam frescas e o preço estava satisfatorio atendendo ao tipo de refeição.

O município:
É sede de um município com 378,21 km² de área e 63 372 habitantes (2006), subdividido em 18 freguesias. O município é limitado a norte pelo município de Cantanhede, a leste por Montemor-o-Velho e Soure, a sul por Pombal e a oeste tem litoral no Oceano Atlântico.
A Figueira da Foz fica, portanto, situada no litoral atlântico, junto à foz do Rio Mondego, e é um dos centros turísticos mais importantes de Portugal, com um dos maiores casinos do país e único na região Centro, uma praça de touros, um enorme areal com equipamentos lúdicos e desportivos, onde por diversas vezes já se realizou o Mundialito de Futebol de Praia e etapas dos principais circuitos de Frizzbee (jogo do disco) e uma animada vida nocturna.
A maior parte dos veraneantes vêm de Coimbra, Beiras e da Estremadura espanhola.A população activa reparte-se entre as várias actividades económicas da região, com destaque para a pesca, indústria vidreira, actividades ligadas ao turismo, construção naval, produção de celulose, indústria de sal e, como não podia deixar de ser, a agricultura. Mas quase tudo tem a ver com o turismo, sem o qual a cidade morreria.
O território concelhio é atravessado a meio pelo Rio Mondego e da sua rede hidrográfica fazem parte várias ribeiras e cinco lagoas (Salgueiros, Vela, Braças, Corvos e Leirosa). A regularização das margens do rio provocou sérias transformações na prática agrícola.

Fotos retiradas do http://olhares.aeiou.pt/


As freguesias:
As freguesias da Figueira da Foz são as seguintes:Alhadas , Alqueidão, Bom Sucesso, Borda do Campo, Brenha, Buarcos (Figueira da Foz), Ferreira-a-Nova, Lavos, Maiorca (Figueira da Foz), Marinha das Ondas, Moinhos da Gândara , Paião, Quiaios, Santana (Figueira da Foz), São Julião da Figueira da Foz, (Figueira da Foz), São Pedro (Figueira da Foz), Tavarede, Vila Verde (Figueira da Foz)
História:
Lugar de ocupação humana muito antiga, a Figueira da Foz conheceu um grande crescimento no século XVIII devido ao movimento do porto e ao desenvolvimento da indústria de construção naval.
Foi elevada à categoria de vila em 1771. Continuou a crescer ao longo do século XIX devido à abertura de novas vias de comunicação e à afluência de veraneantes. Em 20 de Setembro de 1882, foi elevada à categoria de cidade. Nos finais do século XIX e início do século XX construiu-se o chamado Bairro Novo, de malha regular, onde se instalaram os hotéis, casino, restaurantes e onde se concentra a actividade comercial. Outro local onde a actividade comercial é evidente é a Rua da República, que liga a zona de entrada na cidade (via Estação dos caminhos-de-ferro) à zona mais central da cidade. Nos últimos tempos foram construídos supermercados e hipermercados na zona mais periférica da cidade. Devido às condições naturais e ao equipamento turístico, a Figueira da Foz impôs-se como estância balnear não apenas para a zona centro de Portugal, mas também para famílias abastadas alentejanas e espanholas. A Figueira da Foz é conhecida como a "Rainha das Praias de Portugal".Foi nesta localidade, o início do século século XIX, que desembarcaram as tropas inglesas que vieram ajudar Portugal na luta contra as Invasões Francesas.
Em 1982, ano em que se comemorou o Primeiro Centenário da Elevação a Cidade da Figueira da Foz, foi inaugurada a Ponte Edgar Cardoso, que veio substituir a ponte antiga (que não permitia que embarcações passassem sob si). A nova ponte rapidamente se transformou num ex-líbris da cidade, e é considerada uma das mais bonitas e imponentes do país.
A Torre do Relógio (situada em frente à Esplanada Silva Guimarães, junto à Praia da Claridade) é, igualmente, uma das referências da cidade, bem como o Forte de Santa Catarina. Situa-se também nesta cidade o bonito Palácio Sotto-Mayor, que marca história numa zona mais central da Figueira da Foz. O Parque das Abadias é um dos "pulmões" da cidade e um local de lazer, onde se realizam algumas provas de corta-mato e várias iniciativas com vista a proporcionar momentos agradáveis aos cidadãos do concelho. Este Parque atravessa a cidade ao meio, indo desde a zona norte da cidade até ao Jardim Municipal, que sofreu, recentemente, intervenções de remodelação, que fizeram com que o coreto deixasse de existir.
Figueira da Foz tem um patrimônio histórico valioso. No Museu Municipal Dr. Santos Rocha, a coleção exposta engloba peças vindas de escavações arqueológicas, escultura religiosa, cerâmica, mobiliário. Tem ainda uma área dedicada à etnografia africana e oriental. Durante todo o século XX conseguiu reunir uma coleção de peças de arte contemporânea, com destaque para obras de pintura e escultura de artistas portugueses.
Nas áreas alagadiças do sapal onde vivem algumas espécies de grande valor. Os "perna-longa", ave de bico fino que tem um enorme conhecimento da área onde habita costuma fazer os seus ninhos por aqui.
A noite da Figueira da Foz permite satisfazer todos os gostos, desde aqueles que procuram um lugar romântico para aproveitar a dois, até aos que procuram as famosas discotecas que atraem as mais famosas personalidades portuguesas.




Fotos retiradas do http://olhares.aeiou.pt/